segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Reflexão (parte 2)

Continuando o post anterior, deixo aqui um texto bem legal que encontrei num fórum de música que eu participo, é do cordelista Antônio Barreto. É meio longo também, vou avisando, se preferirem não ler todo, mas muito legal pra refletir:


Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.


Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…

Reflexão (parte 1)

Esse post é meio polêmico, mas não poderia deixar de escrevê-lo, pois já há algum tempo está entalado em minha garganta! rsrs. Afirmo que se trata de opinião pessoal, portanto, podem concordar ou não, mas o objetivo pretendido é a reflexão. Pois bem, aí vai:

Certa vez andei me indagando a respeito da mediocridade intelectual dessa nova geração, o que, de certa forma, constitui um tremendo paradoxo, pois nunca se produziu tanta informação na história como na nossa época. Contudo, se olharmos mais de perto, percebe-se claramente que o acúmulo de informação não torna as pessoas mais cultas. Até porque, dentro desse contexto, inserem-se alguns questionamentos pertinentes: o primeiro refere-se à utilização dessa informação toda, pois creio que o conhecimento traduz-se não somente no adquirimento da informação, como também no uso e na assimilação desse uso; segundo, o que concerne à qualidade (valor) dessa informação, pois a velha máxima de que qualidade não é quantidade parece aplicar-se bem ao caso, e aí entra o requisito primordial, o discernimento do indivíduo.

Na  minha época de colégio não tínhamos sequer acesso aos meios midiáticos que existem hoje, na mesma forma e proporção (que fique claro que não sou nenhum matusalém, rsrs acabei o ensino médio há apenas 6 anos atrás!) Entendo que se trata de um processo evolucionário, novas tecnologias surgem diariamente, e concomitantemente a elas, novas formas de divulgação. Pois bem, como pode ser, então, que essa molecada de hoje parece tão mais alienada do que a da minha época de escola? Não estou defendendo que aqueles tempos eram melhores, até porque aquilo já era um prenúncio do que se encontra hoje, mas me refiro sim ao potencial para se buscar conhecimento que se tem hoje, que é infinitamente maior. O que acontece então?

O que tenho visto bastante é a banalização, causada, entre outros motivos, ao grande volume de informação produzida e veiculada. Informação na grande maioria das vezes inútil, diga-se de passagem. Muito do que se tem visto, ouvido e divulgado nas mídias de massa não passa de futilidade. Estão nos emburrecendo (perdoem o termo) com programas ruins, músicas ruins, (aliás, pra serem ruins tem que melhorar muito ainda!) e opiniões tão profundas quanto um pires. É lógico que existe muita coisa boa, basta saber separar o joio do trigo, e é aí onde quero chegar: sabemos separar o joio do trigo?

Sei muito bem que ter senso crítico machuca, divide, separa, isola as pessoas. Não é fácil viver como um ser pensante. Sofre-se bullying, exclue-se da vida social, torna a convivência mais penosa. E isso nos meus anos de colégio era bem pior, quando não se falava em bullying e ser nerd ou geek não era modinha como hoje. Compreendo também que há muito ressentimento quanto a isso, vejo casos e casos, de pessoas que detém algum nível de conhecimento julgar, segregar ou tratar os demais pobres mortais como inferiores. Penso que ser inteligente não significa necessariamente ser intragável, até porque até hoje não tenho ciência de uma forma eficaz de se auferir a medição de níveis de inteligência, testes de Q.I. se provaram verdadeiros fiascos. O que defendo sim, é a formação de um senso crítico, a capacidade de valoração da informação, e com os recursos que se dispõe atualmente nem é algo tão difícil de se conseguir, haja visto a grande quantidade de exemplos ruins que temos para efeitos de ilustração. Mas como combater as grandes corporações que nos entopem de lixo cultural? (até me dói usar a palavra cultural nessa frase!) Isso é algo para se questionar.

Como cientista da área de humanas, creio que tenho por princípio denunciar e combater as contradições e desigualdades sociais. Gostaria sim de viver numa sociedade mais culta, bem informada, onde jovens prefiram ler livros ao invés de assistir BBBesteiras. Mas essa é minha utopia. Desculpem pelo post longo, rsrs, sintam-se inteiramente à vontade para comentar, todas as opiniões são sempre muito bem-vindas!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Jeff Buckley

Continuando com os posts sobre bandas/músicos que me inspiram, eis que trago mais um para o conhecimento geral da nação: Jeff Buckley.



Bom, o que falar sobre ele que já não tenha sido dito e repetido pelos maiores críticos musicais e revistas especializadas? o que tenho a acrescentar é que ele é o responsável pela minha música favorita! Isso mesmo, tô revelando essa confidência, rsrs, mas não vou dizer qual é! ^^

Um pouco da história dele:

Jeff Buckley nasceu em 17 de novembro de 1966 e faleceu em 29 de maio de 1997. Filho de Tim Buckley, também cantor, começou a tocar guitarra para não ser comparado ao pai. Estudou no G.I.T., fez diversos shows, e tocou com diversas bandas, até ser convidado para tocar em um show cover do seu pai, e foi aí que as coisas deram uma guinada na carreira dele, pois descobriu-se que além de cantar muito bem, tinha uma voz afinadíssima.





Logo surgiram os convites para assinar contrato com uma gravadora, acompanhando a banda Gods and Monsters, o que foi prontamente recusado, por achar que isso acabaria restringindo de alguma forma sua evolução musical. Continuou a cantar e tocar em carreira solo em um bar em Nova Iorque chamado Sin-é, e foi onde mais obteve feedback do público, pelo fato do espaço dar condições para essa aproximação. Outra reviravolta em sua carreira aconteceu nesse mesmo bar, onde um dos empresários da Columbia o ouviu e convidou para assinar um contrato. Dessa vez, aceito o convite, em 94 lança o primeiro e único album (em vida) intitulado Grace. Mal sabia que esse mesmo disco seria aclamado pela crítica e seria obrigatório em lists dos discos mais significativos da década, mesmo tendo pouca repercussão em número de vendas, pois seu som não se enquadrava na onda das rádios da época. Mesmo assim, a revista Rolling Stone o classificou como o nº 303 dos 500 melhores discos de todos os tempos! (eu colocaria dentre os 100!) Nesse disco está a canção que o imortalizou, o cover de Hallelujah de Leonard Cohen. (quem nunca ouviu essa música não deve ter vivido nesse planeta nas últimas décadas!):



Buckley ganhou o reconhecimento de personalidades famosas do meio musical, como Bono Vox, Jimi Page e Paul MacCartney. Depois de uma turnê de 2 anos, começou a compor material para o seu segundo disco, mas insatisfeito com o resultado decidiu não lançá-lo. Foi daí que em 97, o destino trágico de Buckley foi selado: enquanto nadava no Wolf River cantarolando Whole Lotta Love do Led Zeppelin, Jeff se afogou, e só depois de uma semana acharam seu corpo nas margens do rio Mississipi. Seu album póstumo Sketches for my sweetheart the drunk, foi ainda lançado em 98, mas abrindo um parêntese para uma opinião pessoal, não sei se Jeff aprovaria o resultado, pois além de algumas músicas estarem incompletas, digo, ainda estava trabalhando nelas, esse segundo disco nem de longe repete a glória de Grace.

Uma vez Bono Vox disse a respeito de Jeff: "Jeff Buckley é uma gota cristalina num oceano de ruídos". Eu assino embaixo. A indústria musical realmente é um oceano de ruídos, e digo mais, um oceano poluído, degradado. E então aparece esse cara com voz de anjo e que toca guitarra com tanta personalidade, uma gota límpida, à deriva. Nasceu da música, viveu para ela, e ironicamente morreu cantando. Pra mim é difícil falar dele sem me emocionar, por tantas vezes que ele já me emocionou ao ouvir Grace. Putz, que falta faz esse cara! Imagino as músicas que ele estaria fazendo hoje, com certeza colocaria muitas dessas bandinhas novas pra escanteio. Então, para que se conheça o melhor de Jeff Buckley, aí vai o album Grace, e vejam porque ele sempre será lembrado como um gênio musical que infelizmente nos deixou cedo (parece haver um karma que acompanha a vida de todos os gênios, que sempre se vão cedo, por isso as pessoas só tendem a reconhecê-los depois que se vão)


http://www.4shared.com/file/kAQwNgTI/Jeff_Buckley_1994-_Grace.html

Devaneios (parte 3)

Queria poder me libertar desses sentimentos conflitantes! Queria poder ir além do que me é permitido no momento, abraçar o que ainda dista, mas já desponta no horizonte. Não consigo tirá-los da cabeça, como tivessem se hospedado à revelia de minha cautela, a mesma que me mantém ancorado. Sinto-me encarcerado em labirintos que eu mesmo construí. À medida que avanço, temo e freio, receoso (do quê?). Ah coração irrequieto! Por vezes prudente e ao mesmo tempo sôfrego!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Devaneios (parte 2)

Mais uma noite insone e eis o resultado:

No princípio, havia um certo comedimento, um 'não-sei-o-quê' que os impedia de se aprofundarem um ao outro, situação aparentemente mais do que esperada para dois seres não-íntimos. Porém, com o decorrer do tempo, moroso para quem espera, célere para quem se deleita, aquela situação de mera casualidade foi aos poucos cedendo lugar a uma ânsia recíproca, uma sofreguidão pela presença do outro, um contar de segundos infindável. Foram aos poucos e cada vez mais se reconhecendo na figura alheia, nas falas, meneios, pensamentos. E como que de súbito veio a fome, a sede, e todas as carências iminentes que somente seriam saciadas pela convergência dos dois em um só...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Spain

Essa é um das minhas bandas favoritas, e a que eu mais ouvi no ano passado. Um pouco sobre ela:



Spain é uma banda americana de slowcore (ou sadcore) formada em 1993, liderada pelo baixista Josh Haden, filho do lendário jazzista Charlie Haden. Seu primeiro album, The Blue Moods of Spain, foi lançado em 1995, e apresenta uma das características principais da banda, que é o andamento bastante lento das músicas. Desse primeiro album Johnny Cash fez um cover da música Spiritual, além de ter tido muitas músicas fazendo parte de trilhas sonoras de filmes e programas de TV.(Uma coisa que eu particularmente curto demais nessa banda, além do lirismo direto e simples das letras, são as capas dos discos, são de uma sensibilidade incrível!)


O segundo disco intitulado She Haunts My Dreams, o meu favorito diga-se de passagem, foi lançado em 1999, e teve algumas de suas músicas como temas também, como por exemplo a música Everytime I Try usada no filme The End of Violence do diretor Wim Wenders, e a música Our Love is Gonna Live Forever, usada em um episódio da série Six Feet Under (A Sete Palmos, como ficou conhecida no Brasil, aliás, essa série eu recomendo bastante, mas será assunto pra outro post ;) ).


O terceiro album da banda, chamado I Believe, foi lançado em 2001, e foi o último album de inéditas antes do rompimento.


A banda ainda lançou uma compilação em 2003, com o nome de Spirituals: The Best of Spain. Para os fãs saudosos dessa incrível banda, uma boa notícia: em 2007 Josh Haden reformulou a banda e está trabalhando nas músicas do novo album que tem previsão para ser lançado em breve (espero!). Em janeiro de 2010 o novo single I'm Still Free foi lançado no iTunes. Agora é só aguardar!

Pra quem não conhece, disponibilizo os 2 primeiros cds:

http://www.mediafire.com/?i1ukt5suqun3hf1

http://www.mediafire.com/?ioqxxmsq5uixyfa

Qualquer problema com os links, me comuniquem. Enjoy! :)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Devaneios (parte I)

Escrevi isso há algumas noites atrás, pois como sempre sou mais ativo à noite (bendita insônia!)

É engraçado como tudo parece bem agora.
Quando digo engraçado, não intenciono dar uma conotação de descaso à situação, longe disso, apenas quis expressar um simplório contentamento. É engraçado de um jeito confortavelmente familiar, estranhamente bom, como as lembranças longínquas da infância. Nós aqui, deitados juntos, abraçados, como se o mundo fora dessas fronteiras de tijolos não nos alcançasse, não existisse. Tudo agora exala um clima de paz, na penumbra do nosso quarto parcamente iluminado por um tímido fio de luz vindo de um outro cômodo, como se também estivesse hesitante de nos incomodar. Tudo é distante e silencioso a estas altas horas madrugada adentro; apenas nós, entregues a quentura do corpo alheio, embalados pelo som ínfimo da respiração. Sinto que provavelmente não devo compartilhar a contemplação do momento contigo, envolto em abstrações; pois imagino sim que estás simplesmente a esvaziar a mente dos pensamentos costumeiros e deleitando-se com a quietude. Eu, como sempre, tendo a divagar e extrair tudo dos meus pensamentos, até mesmo em circunstâncias como essa, em que deveria somente me entregar e aproveitar. Porém não digo que não estou, pois é justamente dando vazão aos meus devaneios que me aquieto e relaxo. Nesse ponto somos bastante distintos, e quase certamente esteja a imaginar demais, porém, de certo essa não é a hora para pensarmos em distinções, em nós, ou em nada...

[qualquer semelhança com a realidade ou com a ficção é mera semelhança!]

Primeira postagem

Bom, o que escrever nessa primeira postagem? Poderia começar com saudações, o que seria devidamente educado, mas não menos retundatemente óbvio, e o óbvio é algo que vocês verão que certamente não tem um lugar definido na minha cabeça! rsrs. Já adianto que gosto de escrever, e é algo bastante natural, portanto acostumem-se a postagens 'longas', pois não costumo refrear meu pensamento enquanto escrevo, deixo-o livre, mesmo que não caiba nas convenções pré-definidas desse mundo internético que nos faz ingerir toda forma de conteúdo em doses homeopáticas. Aos leitores desavisados, aos leitores de conteúdo-pílula, aos que não se sentem confortáveis com mergulhos repentinos em si mesmos, aviso que poderão encontrar seu espaço aqui também, pois minha intenção não é a de causar reações exclusivistas, a minha intenção tão somente é a de causar reações.Confesso que ainda sou um neófito, um 'noob' pra quem pertence a essa tão falada geração Y, então aprenderei muito aqui, inclusive com o feedback de vocês. Se serei bem recebido ou sucedido nessa empreitada, nessa forma desnuda de compartilhar meus pensamentos aos olhos e ouvidos do mundo, só o tempo e a experiência dirá, tentarei me esforçar para torná-lo atrativo, e já de antemão agradeço aos que dispensaram alguns minutos de seu corrido tempo para conhecê-lo. Por ora, encerro este primeiro post, mas logo voltarei com algum pensamento, desabafo, crítica, devaneio, enfim, algo a acrescentar por aqui. Sem mais delongas, despeço-me, pois o cheiro da comida do almoço já me chama! rsrs ^^